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Bancada da saúde discute as demandas da categoria com Comissão Técnica

Confira os pontos discutidos na audiência:

Publicado: 25 Fevereiro, 2015 - 15h58

Escrito por: Ascom/ SINTRAS

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A bancada da saúde esteve reunida com a comissão técnica governista na segunda-feira, 23, para discutir as demandas pertinentes aos servidores da saúde.

 

Assim os pontos discutidos foram a inclusão e pagamento do retroativo das progressões, o adicional noturno dos anos de 2010, 2011 e 2012, além da insalubridade.

 

Após um longo debate de mais duas horas, e que os representantes dos servidores da saúde relataram como foram às discussões até chegar ao compromisso do governo firmado com a categoria, além de informar que a gestão anterior chegou até fornecer os valores individuais no portal da SECAD o que possibilitou a antecipação dos devidos valores aos servidores.

 

Os gestores governistas afirmaram que a preocupação do governo é com a lei de responsabilidade fiscal, e que o não tiver dentro da LRF dá para discutir e tentar viabilizar uma solução imediata que é o caso do adicional noturno e insalubridade.

 

Assim como essas indenizações não implica no aumento da folha de pagamento, ficou definido que a comissão fará um levantamento da viabilidade financeira para pagamento e na próxima segunda-feira, 02, numa nova reunião com os sindicatos, os gestores irão informar uma possível proposta aos representantes de classe.

 

Em relação aos retroativos das progressões também ficou certo que a Comissão do governo fará uma análise e levará aos sindicalistas informações sobre o assunto.

 

O presidente Manoel Miranda destacou novamente sobre a questão dos descontos que já estão acontecendo nas contas dos servidores em virtude da antecipação dos valores.

 

Segundo o secretário Gefferson disse que o Estado já oficiou ao Banco solicitando a suspensão dos descontos dos adicionais pelo período de quatro meses.

 

O presidente Manoel Miranda falou ao secretário que o convênio foi feito entre o Estado e o banco, e que as entidades foram chamadas somente no momento em que o estado e banco assinaram a minuta do convênio.

 

“Na época das negociações, o governo propôs uma saída para recebimento imediato dos valores através das instituições financeiras, nós não aceitamos, mas sugerimos que se fosse fazer que pudesse ser uma sessão de crédito e não uma liberação de crédito como feito”, destacou Miranda.

 

Manoel Miranda ainda disse à comissão que todos os dias o sindicato recebe ligação de servidor reclamando dessas cobranças e solicita uma reunião com o superintendente do banco, a comissão governista e os sindicatos para discutir o assunto.

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